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Foto: http://www.oocities.org/

 

 

EVANDRO CARELE DE MATOS

 

( Caetité – Bahia – Brasil )

 

Mineiro de Patos de Minas, nascido aos 07/03/1950. Aos 9 anos de idade foi para Brasília, onde cresceu e estudou, graduando-se em Geologia em 1978/1979 fez um curso de especialização em França).
Em 1975 começou suas atividades profissionais em Belo Horizonte, na NUCLEBRÁS.
Participou das coletâneas “Brasil Literário” e “Nova Poesia Brasileira”,
lançados em 1985 pelas Crisalis e Shogun Arte.

 

***

Possui três poemas ("Epílogo", "Incerteza" e "Essência") musicados pela Golden Music (Rio de Janeiro), sendo que "Incerteza" classificou-se em 2o. lugar no Concurso de Música Popular Brasileira, promovido, em 1988, pela referida gravadora.

   Teve uma poesia de caráter publicitário/comercial, alusiva ao lançamento do carro "Uno Mille", veiculada televisivamente pela Fiat Automóveis.

   Participou do "3o. Concurso Literário Ademário Prézia", realizado em Águas da Prata - SP, em maio de 1996, logrando o 1o. lugar na categoria Poesia e o 3o. lugar na categoria Redação.

   Colaborou (1997/98), como articulista, no Semanário "Ponto Final", editado em Poços de Caldas - MG.

   Colabora em jornais/revistas, editados na região de Caetité, apresentando artigos relativos às áreas mineral e educacional.

   É membro fundador da Academia Caetiteense de Letras, ocupando a Cadeira no. 31 - Alvacyr de Brito Silva.

 

 

POETAS BRASILEIROS DE HOJE 1986Rio de Janeiro: Shogun Arte, 1986.  113 p.           Capa: Solange Modesto.  No. 10 277
Ex. bibl. Antonio, doado gentilmente pelo livreiro Brito.

 

 

EPÍLOGO

 

Rumo ao sul ou rumo ao norte.
Vento fraco ou vento forte,
lá se vai o barco da imaturidade
levando a minha idade
deixando-me a saudade.

Navegando oceanos abissais,
numa ida sem volta — jamais,
lá se vai o barco da realidade
levando a minha vaidade
deixando-me a rugosidade.


Singrando outros mares.
Sangrando outros males,
lá se vai o barco da juventude
levando a minha saúde
deixando-me o ataúde.

Com ele foi-se o verso,
ficou o abscesso.
Com ele foi-se o canto,
ficou o pranto.
Ficou também a morte — inexorável sorte.

 

 

*

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Página publicada em agosto de 2021


 

 

 
 
 
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